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É tudo tão doce – Ele repetia alto para que pudesse ser claramente entendido.

Era um passo de cada vez, sempre um novo desvelar das mais ínfimas dobras do corpo. Cada respiração, cada gesto era uma completude. Nada mais era necessário além daquele olhar e ,mesmo assim, havia mais, sempre mais. Os corpos escorriam, misturavam-se tortuosamente com uma simetria quase perfeita. Era tudo tão leve, tão profundo, tudo tão silencioso.

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