Entre a razão e a emoção

Quantas vezes não nos encontramos divididos entre essas duas grandes forças que nos arrastam? Quantas vezes ficamos a esmo em alto mar, levados de um lado a outro por essas duas correntes ou simplesmente permanecemos esperando uma resolução entre as mesmas para então seguir o caminho escolhido?

Seja nas nossas dúvidas sobre profissão, amor ou familia volta e meia somos pegos de surpresa pela contradição entre a razão e a emoção e simplesmente não sabemos o que fazer. Os dionisíacos provavelmente prefiram as intempéries das emoções, os apolíneos pro certo irão pelo caminho da sólida razão. Mas e quando nossas decisões envolvem o outro, e as relações podem mudar radicalmente com nossa escolhas?

Nesses momentos a intuição ganha quase o caráter de anjo redentor com o importante voto de minerva, quando ouvimos a essa pequena voz ou atendemos a essa sensação que nos percorre é como se pudéssemos ter um leve vislumbre do futuro, vemos de um modo tênue onde os caminhos irão nos levar, tornando fácil a escolha. Todavia para que isso ocorra é necessário pelo menos 30 segundos de silêncio absoluto em nossa mente, precisamos que a razão e a emoção parem de brigar para que a pequena criança da intuição, que durante a briga estava quieta em um canto assustada com os berros que ouvia, possa com seu modo doce nos dizer qual o melhor caminho a seguir.

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